CURA PARA O VÍCIO SEXUAL!
Depois de uma
escandalosa descoberta de traição pela esposa, o jogador de golfe Tiger
Woods ficou internado por seis semanas
na clínica de reabilitação Gentle Path, no Mississipi, para se tratar do vício
sexual. Os jornais disseram que, fora dos campos de golfe, o pensamento único
de Tiger era o sexo e, para saciar o vício, ele passou a procurar outras
mulheres.
A natureza
pecaminosa impõe ao coração do ser humano tendências, desejos, procuras para o
bem e para o mal. O mal, geralmente, ganha para aquelas tendências e procuras,
que são para o bem! Esta é razão pelas quais adquirimos maus hábitos, taras,
vícios e toda forma de adição (tóxicos, álcool, sexo, trabalho, poder,
religião, etc).
A alma humana formada natureza pecaminosa e carnal, somadas ao ambiente que fomos educados, à predisposição genética, às questões culturais, relacionais, morais e a culpa religiosa gera os excessos, desordens interiores, as adições químicas e taras sexuais!
Entre os vícios (adições) um dos mais graves e menos abordado nas igrejas está o vício sexual.
As questões que envolvem e povoam a mente de muitos que frequentam as igrejas evangélicas tais como sexo compulsivo, desejos de múltiplos parceiros, fixação compulsiva na obtenção do parceiro(a) inatingível, masturbação compulsiva, pornografia na Internet, sexo por telefone, compulsão por múltiplos relacionamentos afetivos, sexo compulsivo com um único parceiro. Quando abordados são feitos na perspectiva da condenação, massacre e exclusão das pessoas e raramente na perspectiva da misericórdia e da graça de Deus.
O resultado dessa falta de amor para com o próximo é que milhares de filhos de Deus passam pela existência, cheios de condenação e culpa, sem jamais encontrarem alívio para a alma, coração e comunhão com Deus.
As pessoas com este vício têm pensamentos ou atos compulsivos recorrentes; pensamentos obsessivos (idéias, imagens ou impulsos que entram na mente do indivíduo repetidamente de uma forma pré-fixada). Os pensamentos são angustiantes, violentos, repugnantes obscenos, sem sentido.
As pessoas envolvidas por tais pensamentos, não conseguem resistir a eles. Tais pessoas têm atos, rituais, procedimentos, comportamentos que se repetem muitas vezes e são profundamente desagradáveis.
As consequências para a vida das pessoas, que sofrem dessa e outras adições, são desastrosas. Humilhações, sofrimento, envolvimento com tóxicos e álcool, cirurgias desnecessárias para aumentar apelo sexual, perda de afeto para com os que lhes são próximos, não adaptação social, egodistonia (fica com raiva com quem reprova o seu comportamento sexual).
Estas consequências podem variar e dependem do quanto a pessoa está envolvida com seus pensamentos sexuais automáticos e quanto seus processos de pensamento estão desenvolvidos.
Estas pessoas acabam por destruir e prejudicar os relacionamentos com a família e outras pessoas com quem convive.
Aqui deixo uma orientação simples para quem vive esse drama e para quem deseja ajudar outros que tem esse sofrimento.
O primeiro passo
Crer que Jesus morreu por todos os pecados. Crer que Jesus morreu pelos pecados que praticamos por vontade própria, pelos pecados por descontrole em função dos vícios. Morreu também pelos pecados que nos são ocultos. Deus nos criou, nos conhece e nós não o surpreendemos, nem pelo que somos, nem pelos pecados que cometemos.
O segundo passo
Fugir do ciclo vicioso do pecado sexual e ir para o Senhor. O ciclo vicioso do pecado funciona assim: pecamos nos desesperamos, paramos por algum tempo cheios de culpa, acumulamos os desejos no coração através da repressão, o desejo aumenta, acumula e se transforma numa compulsão ou desejo incontrolável, entramos em processo contra o pecado... e então EXPLODIMOS (fazemos o que não queremos) e o ciclo recomeça!
O ciclo vicioso do pecado sexual só se estanca, quando cremos definitivamente, que Cristo pagou todos os nossos pecados (conscientes, insconcientes, ocultos, incontroláveis) na Cruz! Toda culpa em Cristo se estancou!
Ser salvo implica em ser salvo não somente em relação a eternidade mas também em relação a nossa existência aqui na terra. Somos salvos para ser salvos do mundo, do domínio do mundo, do governo do inimigo nos nossos corações e almas. Somos salvos para ser curados, libertos, transformados à medida que cremos, confiamos e descansamos na obra de Cristo na cruz!
O terceiro passo
Além de crer e confiar em Cristo e sua obra na cruz é nescessário querer a cura e depois insistir em querer, ou seja, perseverarar em querer. Devemos tratar esse tipo de pecado como doença, não como um pecado imperdoável, pois acerca dos nossos pecados Deus afirma que Ele não se lembra mais quando Nele confiamos. Se queremos ser libertos não devemos impedir a bênção de Deus em nossas vidas!
A vitória virá. A verdade nos liberta, porque mostra o que somos, aponta os pecados em nós instalados a fim de sermos curados pelo Senhor para vivermos de forma saudável e linda!
A alma humana formada natureza pecaminosa e carnal, somadas ao ambiente que fomos educados, à predisposição genética, às questões culturais, relacionais, morais e a culpa religiosa gera os excessos, desordens interiores, as adições químicas e taras sexuais!
Entre os vícios (adições) um dos mais graves e menos abordado nas igrejas está o vício sexual.
As questões que envolvem e povoam a mente de muitos que frequentam as igrejas evangélicas tais como sexo compulsivo, desejos de múltiplos parceiros, fixação compulsiva na obtenção do parceiro(a) inatingível, masturbação compulsiva, pornografia na Internet, sexo por telefone, compulsão por múltiplos relacionamentos afetivos, sexo compulsivo com um único parceiro. Quando abordados são feitos na perspectiva da condenação, massacre e exclusão das pessoas e raramente na perspectiva da misericórdia e da graça de Deus.
O resultado dessa falta de amor para com o próximo é que milhares de filhos de Deus passam pela existência, cheios de condenação e culpa, sem jamais encontrarem alívio para a alma, coração e comunhão com Deus.
As pessoas com este vício têm pensamentos ou atos compulsivos recorrentes; pensamentos obsessivos (idéias, imagens ou impulsos que entram na mente do indivíduo repetidamente de uma forma pré-fixada). Os pensamentos são angustiantes, violentos, repugnantes obscenos, sem sentido.
As pessoas envolvidas por tais pensamentos, não conseguem resistir a eles. Tais pessoas têm atos, rituais, procedimentos, comportamentos que se repetem muitas vezes e são profundamente desagradáveis.
As consequências para a vida das pessoas, que sofrem dessa e outras adições, são desastrosas. Humilhações, sofrimento, envolvimento com tóxicos e álcool, cirurgias desnecessárias para aumentar apelo sexual, perda de afeto para com os que lhes são próximos, não adaptação social, egodistonia (fica com raiva com quem reprova o seu comportamento sexual).
Estas consequências podem variar e dependem do quanto a pessoa está envolvida com seus pensamentos sexuais automáticos e quanto seus processos de pensamento estão desenvolvidos.
Estas pessoas acabam por destruir e prejudicar os relacionamentos com a família e outras pessoas com quem convive.
Aqui deixo uma orientação simples para quem vive esse drama e para quem deseja ajudar outros que tem esse sofrimento.
O primeiro passo
Crer que Jesus morreu por todos os pecados. Crer que Jesus morreu pelos pecados que praticamos por vontade própria, pelos pecados por descontrole em função dos vícios. Morreu também pelos pecados que nos são ocultos. Deus nos criou, nos conhece e nós não o surpreendemos, nem pelo que somos, nem pelos pecados que cometemos.
O segundo passo
Fugir do ciclo vicioso do pecado sexual e ir para o Senhor. O ciclo vicioso do pecado funciona assim: pecamos nos desesperamos, paramos por algum tempo cheios de culpa, acumulamos os desejos no coração através da repressão, o desejo aumenta, acumula e se transforma numa compulsão ou desejo incontrolável, entramos em processo contra o pecado... e então EXPLODIMOS (fazemos o que não queremos) e o ciclo recomeça!
O ciclo vicioso do pecado sexual só se estanca, quando cremos definitivamente, que Cristo pagou todos os nossos pecados (conscientes, insconcientes, ocultos, incontroláveis) na Cruz! Toda culpa em Cristo se estancou!
Ser salvo implica em ser salvo não somente em relação a eternidade mas também em relação a nossa existência aqui na terra. Somos salvos para ser salvos do mundo, do domínio do mundo, do governo do inimigo nos nossos corações e almas. Somos salvos para ser curados, libertos, transformados à medida que cremos, confiamos e descansamos na obra de Cristo na cruz!
O terceiro passo
Além de crer e confiar em Cristo e sua obra na cruz é nescessário querer a cura e depois insistir em querer, ou seja, perseverarar em querer. Devemos tratar esse tipo de pecado como doença, não como um pecado imperdoável, pois acerca dos nossos pecados Deus afirma que Ele não se lembra mais quando Nele confiamos. Se queremos ser libertos não devemos impedir a bênção de Deus em nossas vidas!
A vitória virá. A verdade nos liberta, porque mostra o que somos, aponta os pecados em nós instalados a fim de sermos curados pelo Senhor para vivermos de forma saudável e linda!